Revista Fipecafi de Contabilidade, Controladoria e Finanças (RFCC) https://ojs.fipecafi.org/index.php/RevFipecafiCCF <p>A Revista Fipecafi de Contabilidade, Controladoria e Finanças, <strong>ISSN: 2763-7069,</strong> tem como missão divulgar conhecimentos científico e tecnológico das áreas de contabilidade, controladoria, administração, finanças, atuária e áreas afins, aplicados à realidade de organizações públicas, privadas e do terceiro setor.</p> <p>Google Acadêmico: <a href="https://scholar.google.com.br/citations?hl=pt-BR&amp;user=J4kiRG0AAAAJ">https://scholar.google.com.br/citations?hl=pt-BR&amp;user=J4kiRG0AAAAJ</a></p> pt-BR manoel.farias@fipecafi.org (Manoel Raimundo Santana Farias) fabiola.silva@fipecafi.org (Fabíola Ferreira da Silva) Mon, 19 Dec 2022 22:31:26 -0300 OJS 3.3.0.13 http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss 60 Editorial https://ojs.fipecafi.org/index.php/RevFipecafiCCF/article/view/63 <p>Apresentação da edição e informações gerais aos leitores.</p> Manoel Farias Copyright (c) 2022 Revista Fipecafi de Contabilidade, Controladoria e Finanças (RFCC) https://ojs.fipecafi.org/index.php/RevFipecafiCCF/article/view/63 Mon, 19 Dec 2022 00:00:00 -0300 O FASB (E O IASB?) SOB BOMBARDEIO DE INVESTIDORES https://ojs.fipecafi.org/index.php/RevFipecafiCCF/article/view/60 <p>Caiu em minhas mãos um documento recente, emitido pelo <em>Investor Advisory Committee</em> (IAC), órgão consultivo da <em>Securities and Exchange Commission </em>(SEC) que, nos EUA, tem o poder legal de emissão de normas contábeis (brasileira CVM); todos sabemos que essa emissão é lá delegada ao <em>Financial Accounting Standards Board </em>(FASB), órgão privado, mas o poder legal continua da SEC. (Veja que utilizamos o mesmo modelo no Brasil: a emissão das normas é feita pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), mas quem aprova seus documentos é sempre um órgão regulador com poder legal para a emissão, como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Conselho Federal de Contabilidade (CFC), o Banco Central do Brasil (BCB) etc.). Bem, esse IAC (2022), como dito, é um órgão “meramente consultivo” da SEC, e chama muito a atenção esse documento por ele emitido na forma de <em>draft</em> em 14 de setembro de 2022 (<a href="https://www.sec.gov/spotlight/investor-advisory-committee-2012/20220914-draft-accounting-recommendation.pdf"><em>https://www.sec.gov/spotlight/investor-advisory-committee-2012/20220914-draft-accounting-recommendation.pdf</em></a>), e aprovado unanimemente por aquele Instituto em 21 de setembro e remetido à SEC (<a href="https://tax.thomsonreuters.com/news/investor-advisory-committee-recommends-sec-to-review-current-accounting-standard-setting-practices/"><em>https://tax.thomsonreuters.com/news/investor-advisory-committee-recommends-sec-to-review-current-accounting-standard-setting-practices/</em></a>). O documento já começa aparentemente não muito incisivo, sendo chamado de recomendação: <em>Recommendation of the Investor Advisory Committee Regarding Accounting Modernization. </em>Mas o conteúdo é, sim, incisivo, ao levantar diversos pontos.</p> Eliseu Martins Copyright (c) 2022 Revista Fipecafi de Contabilidade, Controladoria e Finanças (RFCC) https://ojs.fipecafi.org/index.php/RevFipecafiCCF/article/view/60 Mon, 19 Dec 2022 00:00:00 -0300 SUSTENTABILIDADE E NEGÓCIOS: UMA AGENDA EM CONSTRUÇÃO https://ojs.fipecafi.org/index.php/RevFipecafiCCF/article/view/61 <p>Não existe um consenso para se classificar um negócio ou organização como sustentável e isso tem gerado uma pletora de modelos, métodos e rótulos alguns mais permissivos e outros mais rigorosos para se dar o “título” de sustentável a uma organização, prática ou negócio. Entre os muitos artigos que se dedicam ao longo destas décadas a engajar e capacitar organizações para incorporarem a sustentabilidade na agenda estratégica um se destaca pela amplitude e rigor na apresentação tanto das estratégias quanto das classificações atribuídas aos negócios, o trabalho de Young e Tilley (2006) cujo título em tradução livre para português é: Podem os negócios ir além da Eficiência? A mudança em direção à eficácia e à equidade no debate da sustentabilidade corporativa. Neste artigo, os autores apresentam doze estratégias que uma organização precisa incluir para de fato ser considerada sustentável (é possível que este rigor seja um dos motivos deste artigo ser menos conhecido e divulgado que outros mais permissivos na distribuição do adjetivo sustentável) e fazem uma clara separação entre outros tipos de negócios, importantes e necessários mas que ainda não seriam chamados de sustentáveis, especialmente os negócios de impacto social e os negócios ambientais, hoje, comumente tratados na agenda de negócios como exemplos de negócios sustentáveis.</p> Luis Felipe Bismarchi Copyright (c) 2022 Revista Fipecafi de Contabilidade, Controladoria e Finanças (RFCC) https://ojs.fipecafi.org/index.php/RevFipecafiCCF/article/view/61 Mon, 19 Dec 2022 00:00:00 -0300 EFEITO DA COVID-19 NOS TESTES DE IMPAIRMENT DE ATIVOS NAS EMPRESAS ABERTAS BRASILEIRAS NÃO FINANCEIRAS https://ojs.fipecafi.org/index.php/RevFipecafiCCF/article/view/45 <p>Diante da crise vivenciada decorrente da pandemia da Covid-19, o objetivo deste artigo foi analisar o impacto da pandemia da Covid-19 nos testes de <em>impairment</em> dos ativos selecionados de empresas brasileiras não financeiras de capital aberto. Assim, buscou-se avaliar o impacto da Covid-19 nos testes de <em>impairment</em> do ativo imobilizado, intangível e ágio de empresas brasileiras de capital aberto não financeiras. Para tanto, utilizou-se o teste de Wilcoxon para uma amostra final de 15 empresas. Os resultados sugerem que apesar dos efeitos negativos observados na economia em geral, para esse grupo de empresas as perdas relevantes foram somente nos setores mais impactados pelas restrições e medidas de contenção da propagação da pandemia imposta pelos governos, tais como, educação, turismo e transporte aéreo. Nesse último segmento, restrições em muitos casos impostas por governos de outros países. O estudo contribui com a prática empresarial, trazendo informações sobre o impacto da pandemia em entidades brasileiras, em especial junto aos analistas de mercado sobre os setores que foram afetados de maneira significativa. O estudo também contribui com a academia, com evidências da importância da divulgação das informações contábeis como fator de equilíbrio da assimetria informacional entre principal e agente e com evidências empíricas de maior criticidade nas avaliações por parte dos administradores, buscando a neutralidade no processo de elaboração das demonstrações financeiras.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE: </strong><em>Impairment;</em> Covid-19; Intangíveis; Ativos.</p> Daniel Nascimento, Daniele Muniz do Nascimento, Marta Cristina Pelucio Grecco, Fabiana Lopes da Silva Copyright (c) 2022 Revista Fipecafi de Contabilidade, Controladoria e Finanças (RFCC) https://ojs.fipecafi.org/index.php/RevFipecafiCCF/article/view/45 Mon, 19 Dec 2022 00:00:00 -0300 ACEITAÇÃO E USO DE FERRAMENTAS DE BIG DATA & ANALYTICS PELOS PROFISSIONAIS DE CONTROLADORIA, FINANÇAS E FP&A https://ojs.fipecafi.org/index.php/RevFipecafiCCF/article/view/48 <p>O objetivo deste trabalho foi investigar a aceitação e o uso de ferramentas de <em>Big Data &amp; Analytics</em> pelos profissionais de Controladoria, Finanças e FP&amp;A, utilizando um dos mais conhecidos modelos de aceitação e uso de tecnologia (UTAUT), em virtude do gap na literatura tanto no conhecimento da intenção da aceitação, quanto do uso dessas ferramentas pelos profissionais que atuam nessas áreas. O estudo recorre à pesquisa survey e, para a análise de dados, é empregada a modelagem de equações estruturais (MEE-PLS). Os dados de 123 respondentes foram coletados on-line, por meio da rede profissional LinkedIn, dentre os quais 90 atuam em áreas que são as do escopo deste trabalho e, dos 90, 40 disseram que não atuam com as ferramentas de <em>Big Data &amp; Analytics</em>. Os resultados demonstraram que quanto mais o indivíduo percebe que a tecnologia irá ajudá-lo na melhora de seu desempenho nas tarefas, maior será sua intenção em adotá-las. E que em conjunto com as condições facilitadoras propiciadas pelo ambiente de trabalho influenciam significativamente o comportamento no uso de <em>Big Data &amp; Analytics</em> no trabalho. Em contrapartida, o profissional de Controladoria, Finanças e FP&amp;A não percebe que será necessário depreender um esforço no aprendizado da tecnologia e aplicá-la no trabalho, além do que um número expressivo de profissionais dessas áreas não atuar com essas ferramentas. Este estudo espera contribuir com as organizações na compreensão dos fatores determinantes de aceitação das ferramentas de <em>Big Data &amp; Analytics</em>, preencher uma lacuna na conscientização quanto aos ganhos oriundos do uso delas por profissionais que não atuam em áreas de Tecnologia da Informação e na direção de sucesso efetivo na sua implementação. Adicionalmente, o estudo busca ampliar o conhecimento da utilização da técnica da modelagem de equações estruturais (MEE-PLS) nos estudos do âmbito dessas áreas.</p> <p><strong>PALAVRAS-CHAVE</strong>: <em>Big Data &amp; Analytics</em>, Modelo de aceitação e uso - UTAUT, MEE-PLS, Controladoria, Finanças e FP&amp;A.</p> João Paulo Silva de Oliveira, Sérgio de Jesus Santos, Sonia Rosa Arbues Decoster Copyright (c) 2022 Revista Fipecafi de Contabilidade, Controladoria e Finanças (RFCC) https://ojs.fipecafi.org/index.php/RevFipecafiCCF/article/view/48 Mon, 19 Dec 2022 00:00:00 -0300